Retomada das viagens internacionais não essenciais no contexto da pandemia de COVID-19: orientação sobre o uso de testes para a COVID-19. 9 de outubro de 2020 has been published in IRIS at https://iris.paho.org/handle/10665.2/52935

Este documento foi elaborado pela Repartição Sanitária Pan-Americana em cumprimento da resolução sobre A Pandemia de COVID-19 na Região das Américas, aprovada pelo 58º Conselho Diretor da OPAS em setembro de 2020. No documento são resumidas as considerações relativas ao processo de decisão para a retomada das viagens internacionais não essenciais no contexto da pandemia de COVID-19 e, considerando que esse risco não pode ser eliminado, são incluídas as principais medidas que devem ser implementadas para aceitar e mitigar o risco de propagação internacional do SARS-CoV-2. Também são fornecidos mais detalhes sobre o possível uso de testes para a COVID-19, destacando os desafios primários (biológicos, técnicos e epidemiológicos) e as limitações secundárias (legais, operacionais e de recursos).

Acesse o documento aqui

Atualização Epidemiológica: Sarampo (17 de abril de 2020)

Entre 1º de janeiro e 10 de abril de 2020, sete países registraram 1.104 casos confirmados na Região das Américas: Argentina (54 casos, incluindo 1 morte), Brasil (909 casos, incluindo 4 mortes), Canadá (1 caso), Chile (2 casos), Estados Unidos da América (12 casos) e Uruguai (2 casos). A seguir um resumo da situação epidemiológica do sarampo nos países que registraram casos confirmados desde a publicação da última Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS para sarampo. Na Argentina, um total de 1062 casos confirmados de sarampo tiveram início do exantema em 2019 e 54 casos confirmados tiveram início do exantema em 2020. Entre a semana epidemiológica (SE) 35 de 2019 e SE 14 de 2020, foram registrados 153 casos confirmados de sarampo, incluindo uma morte. Dos 153 casos confirmados, não foi possível estabelecer a origem de 144 casos, que são parte do mesmo surto. Os demais 9 casos foram importados, 3 dos Estados Unidos e 6 do Brasil.

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus (18 de setembro de 2020)

Todos os 54 países e territórios da Região das Américas registraram casos e mortes por COVID-19. Desde a Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS para COVID-19 de 26 de agosto de 2020 até 15 de setembro de 2020, 2.619.938 casos confirmados adicionais de COVID-19, incluindo 74.670 mortes, foram registrados na Região das Américas, representando um aumento de 21% nos casos e 17% nas mortes. Em todas as sub-regiões, observou-se um aumento relativo tanto no número de casos quanto de mortes. O maior aumento foi observado na América Central, com aumento de 28% nos casos e 22% nas mortes, seguido pela América do Sul, com aumento de 26% nos casos e 23% nas mortes; Ilhas do Caribe e do Oceano Atlântico, com aumento de 24% nos casos e 34% nas mortes; e América do Norte, com aumento de 16% nos casos e 12% nas mortes.

Acesse o documento aqui

Alerta Epidemiológico: COVID-19 entre os profissionais de saúde (31 de agosto de 2020)

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) está continuamente monitorando as capacidades de resposta nos países e territórios na Região das Américas por meio de indicadores para oferecer apoio estratégico, conforme necessário, em resposta à pandemia. A partir de 19 de agosto de 2020, conforme informações disponíveis de 191 países na Região das Américas, um total de 569.304 casos de COVID-19, incluindo 2.506 mortes, foram notificados entre os profissionais de saúde. Destes, 72% são mulheres, e as faixas etárias com as maiores proporções de casos confirmados são 30-39 e 40-49 anos. A seguir apresentamos um resumo da situação da COVID-19 entre os profissionais de saúde em países para os quais a informação foi disponibilizada.

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Difteria (18 de junho de 2020)

Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 17 de 2020, foram notificados 1.033 casos suspeitos de difteria1, incluindo 130 mortes; do total de casos, 345 foram confirmados (335 confirmados em laboratório e 10 por vínculo epidemiológico). O número de casos suspeitos notificados entre a SE 1 e a SE 17 de 2020 (56 casos) é inferior ao número notificado durante o mesmo período em 2018 (143 casos) e em 2019 (59 casos). Em 2020, entre os 56 casos suspeitos, foram confirmados 20 casos incluindo 4 óbitos (19 confirmados em laboratório e um por vínculo epidemiológico).

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) (26 de agosto de 2020)

Desde a última Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS para COVID-19, publicada em 23 de junho de 20204, até 22 de agosto de 2020, o número global de casos e mortes aumentou 158% (~14 milhões de casos adicionais) e 72% (> 300.000 mortes adicionais), respectivamente. A maioria dos novos casos nos últimos dois meses foram registrados pela Região das Américas (56%) e pela Região do Sudeste Asiático (em inglês, South-East Asia Region – SEARO) (20%). Três países dessas duas regiões responderam por aproximadamente 60% dos novos casos: Estados Unidos da América (24%, 3 milhões de novos casos), Índia (18%, 2,5 milhões de novos casos) e Brasil (17%, 2,4 milhões de novos casos). Em 22 de agosto, os registros diários de casos nos Estados Unidos da América e no Brasil aparentemente apresentam tendência de queda, enquanto que, na Índia, um aumento sustentado tem sido observado nos últimos dois meses. A Região das Américas é responsável por 64% das novas mortes registradas globalmente nos últimos dois meses (~ 213.000 novas mortes), embora a Região represente somente cerca de 13% da população global. A maioria das novas mortes ocorridas globalmente foram registradas no Brasil (19%, ~62.000 novas mortes), nos Estados Unidos da América (16%, ~54.000 novas mortes), Índia (13%, ~42.000 novas mortes) e México (12%, ~38.000 novas mortes).

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Difteria (3 de março de 2020)

Em 2018 e 2019, a Colômbia, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 8 de 2020, foram notificados 1.002 casos prováveis1, incluindo 126 mortes; do total de casos, 334 foram confirmados (325 confirmados em laboratório e 9 por vínculo epidemiológico).

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Difteria (22 de setembro de 2020)

Em 2019, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Haiti e República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados de difteria. Em 2020, Brasil, República Dominicana, Haiti e República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados de difteria. A seguir está a situação epidemiológica da difteria nos países em que foram notificados casos novos confirmados ou uma atualização foi relatada desde a Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS anterior, publicada em 18 de junho de 2020. No Brasil, entre a semana epidemiológica (SE) 1 e a SE 30 de 2020, foram notificados 12 casos suspeitos de difteria, dos quais 2 foram confirmados e 2 permanecem em investigação. O primeiro caso confirmado é o de uma mulher de 25 anos, residente no Município de Timóteo, Estado de Minas Gerais. O segundo caso confirmado é o de uma mulher de 32 anos, residente no Município de Uruguaiana, Rio Grande do Sul. Ambos os casos foram confirmados por critérios clínico-epidemiológicos. No Brasil, entre 2010 e 2019, foram notificados 662 casos suspeitos de difteria, dos quais 77 (12%) foram confirmados, incluindo 8 óbitos (Figura 1). As unidades federativas que notificaram o maior número de casos confirmados no mesmo período foram Maranhão (28 casos) e Pernambuco (16 casos). A Região Nordeste relatou a maior proporção de casos confirmados (58%), seguida das regiões Sudeste (18%) e Sul (10%).

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Difteria (18 de junho de 2020)

Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 17 de 2020, foram notificados 1.033 casos suspeitos de difteria1, incluindo 130 mortes; do total de casos, 345 foram confirmados (335 confirmados em laboratório e 10 por vínculo epidemiológico). O número de casos suspeitos notificados entre a SE 1 e a SE 17 de 2020 (56 casos) é inferior ao número notificado durante o mesmo período em 2018 (143 casos) e em 2019 (59 casos). Em 2020, entre os 56 casos suspeitos, foram confirmados 20 casos incluindo 4 óbitos (19 confirmados em laboratório e um por vínculo epidemiológico).

Acesse o documento aqui

Atualização epidemiológica: Variantes de SARS-CoV-2 nas Américas (26 de janeiro de 2021)

O surgimento de mutações é um evento natural e esperado dentro do processo evolutivo dos vírus. Desde a caracterização genômica inicial do SARS-CoV-2, este vírus se dividiu em diferentes grupos genéticos ou clados. De fato, algumas mutações específicas definem os grupos genéticos virais (também denominadas linhagens) que atualmente circulam no mundo (Tabela 1 e Figura 1). Devido a diversos processos de microevolução e pressões de seleção, podem surgir algumas mutações adicionais, gerando diferenças dentro de cada grupo genético (denominadas variantes). É importante mencionar que as denominações clado, linhagem, variante etc. são arbitrárias e não correspondem a uma hierarquia taxonômica oficial. Desde a identificação inicial do SARS-CoV-2 até o momento, foram compartilhadas mais de 414.575 sequências genômicas completas no mundo todo, por meio de bancos de dados de acesso público. A capacidade de monitorar a evolução viral quase em tempo real tem impacto direto na resposta de saúde pública à pandemia de COVID-19. Há uma compreensão cada vez maior de como os dados de sequenciamento genômico (GSD, na sigla em inglês) ajudam a melhorar as ações de saúde pública. Por isso, é necessário expandir a capacidade de sequenciamento na Região. Atualmente, a capacidade de sequenciamento e os dados não estão uniformemente distribuídos em todo o mundo, com uma representação enviesada do SARS-CoV-2 GSD de países de alta renda. Esse viés deve ser considerado ao avaliar a presença ou ausência de uma determinada variante em um local e sua frequência relativa. A seguir, é apresentado um resumo sobre as variantes de SARS-CoV-2 que têm ou podem ter impacto na saúde pública.

Acesse o documento aqui

Páginas