Considerações psicossociais e de saúde mental durante o surto de COVID-19.

Em janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto da doença do novo coronavírus como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. A OMS afirmou que havia um alto risco de que a doença do coronavírus 2019 (COVID-19) se espalhasse por outros países no mundo todo. Em março de 2020, a OMS avaliou que a COVID-19 podia ser caracterizada como pandemia. A OMS e autoridades de saúde pública no mundo todo estão agindo para conter o surto da COVID-19. Entretanto, essa crise está gerando estresse na população. Essas considerações de saúde mental foram desenvolvidas pelo Departamento de Saúde Mental e Uso de Substâncias da OMS como uma série de mensagens dirigidas a diferentes grupos para apoiar o bem-estar mental e psicossocial durante o surto de COVID-19.

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Considerações sobre Pessoas com Deficiência durante o Surto da COVID-19

Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou como uma pandemia o surto da doença causada por um novo coronavírus, a COVID-19, devido à velocidade e escala de sua transmissão. A OMS e as autoridades de saúde pública de todo o mundo estão tomando medidas para conter o surto da COVID-19. Certas populações, como as pessoas com deficiência, podem ser mais afetadas pela COVID-19. Esse impacto pode ser mitigado se os principais atores envolvidos tomarem ações e medidas de proteção simples.

 

 

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Manejo Clínico de Condições Mentais, Neurológicas e por Uso de Substâncias em Emergências Humanitárias. Guia de Intervenção Humanitária mhGAP (GIH-mhGAP)

Atualmente, o mundo enfrenta um número sem precedentes de emergências humanitárias decorrentes de conflitos armados e desastres naturais. O número de refugiados e de pessoas internamente deslocadas é o maior desde o final da Segunda Guerra Mundial. Dezenas de milhões de pessoas — sobretudo no Oriente Médio, na África e na Ásia — necessitam urgentemente de assistência, incluindo serviços capazes de responder ao aumento das necessidades da população na área de saúde mental. Este guia foi elaborado tendo em mente esses desafios. O Guia de Intervenção Humanitária mhGAP é uma ferramenta simples e prática com a finalidade de apoiar estabelecimentos de saúde gerais, localizados em áreas afetadas por emergências humanitárias, na avaliação e no manejo de condições mentais, neurológicas e por uso de substâncias. É uma adaptação do MI-mhGAP — Manual de Intervenções da Organização Mundial da Saúde (OMS) (2010) — um guia baseado em evidências e amplamente usado para o manejo dessas condições nos serviços de atenção à saúde não especializados, adaptado para uso em emergências humanitárias.

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Primeiros cuidados psicológicos: guia para trabalhadores de campo

Os Primeiros cuidados psicológicos têm sido recomendados por muitos grupos de especialistas nacionais e internacionais, incluindo o Comitê de Interagências (IASC) e o Projeto Sphere, sendo uma alternativa à entrevista psicológica que é feita com as pessoas afetadas logo após a ocorrência de evento traumático, chamada de “debriefing psicológico”. Em 2009, o grupo de desenvolvimento das diretrizes do Programa de Ação Global para Superação das Lacunas em Saúde Mental da OMS (mhGAP) avaliou evidências presents nos primeiros cuidados psicológicos e no “debriefing psicológico” e concluiu que os PCP deveriam ser oferecidos a pessoas em estresse agudo logo após terem sido expostas a um evento traumático, em substituição ao “debriefing psicológico”. Este guia foi desenvolvido para que se tivesse um material de primeiros cuidados psicológicos amplamente acordado para uso em países de baixa e média renda. As informações aqui apresentadas são apenas um modelo e deverão ser devidamente adaptadas ao contexto local e à cultura das pessoas que receberão o seu apoio. Endossado por muitas agências internacionais, este guia reflete a ciência emergente e o consenso internacional sobre como oferecer apoio psicológico às pessoas logo após terem vivenciado eventos de extremo estresse.

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