Orientação sobre o uso de máscaras no contexto da COVID-19. Orientação provisória, 5 de junho de 2020.

Este documento é uma atualização da orientação publicada em 6 de abril de 2020 e inclui evidências científicas atualizadas, pertinentes ao uso de máscaras para prevenir a transmissão da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19), além de considerações práticas. As principais diferenças em relação à versão anterior são as seguintes: • Informações atualizadas sobre transmissão por pessoas sintomáticas, pré-sintomáticas e assintomáticas infectadas pelo vírus responsável pela COVID-19, bem como atualização das evidências de todas as seções deste documento. 

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Recomendações aos Estados-Membros sobre melhorias nas práticas de higienização das mãos para ajudar a prevenir a transmissão do vírus causador da doença COVID-19.

As evidências atuais indicam que o vírus causador da doença COVID-19 é transmitido através de gotículas respiratórias ou por contato. A transmissão por contato ocorre quando as mãos contaminadas tocam a mucosa da boca, nariz ou olhos. O vírus também pode ser transferido de uma superfície para outra através das mãos contaminadas, o que facilita a transmissão por contato indireto. Assim, a higienização das mãos é extremamente importante para evitar a disseminação do vírus. Apesar do bom nível de conscientização sobre a importância da higienização das mãos na prevenção da infecção pelo vírus causador da doença COVID-19, o acesso a estruturas físicas para higienização das mãos que incluam álcool gel e água e sabão muitas vezes é insuficiente na comunidade e nos estabelecimentos de saúde, especialmente em países de renda baixa a média. A higienização das mãos é a medida isolada mais efetiva na redução da disseminação de infecções através de estratégias multimodais, incluindo o acesso aos materiais adequados.

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Uso racional de equipamentos de proteção individual para doença do coronavírus (COVID-19) e considerações durante desabastecimentos graves.

Este documento resume as recomendações da OMS para o uso racional de equipamentos de proteção individual (EPIs) em unidades de saúde e na assistência domiciliar, bem como no manuseio de cargas; avalia também a situação atual da cadeia de abastecimento global e as considerações para tomada de decisão durante desabastecimentos graves de EPIs.Este documento não inclui recomendações para membros da comunidade em geral. Clique aqui para mais informações sobre recomendações da OMS para uso de máscara na comunidade em geral. Este documento destina-se a pessoas envolvidas na distribuição e gestão de EPIs, bem como autoridades de saúde pública e indivíduos em instituições de saúde ou na assistência domiciliar, envolvidos em decisões sobre uso e priorização de EPIs; este documento explica quando o uso dos EPIs é mais apropriado, inclusive no contexto do manuseio de cargas. Este documento foi atualizado para abordar considerações importantes para processos de tomada de decisão durante desabastecimentos graves de EPIs.

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Prevenção e Controle de Infecção na atenção à saúde quando houver suspeita de COVID-19.

Esta é a primeira edição da orientação sobre estratégias de prevenção e controle de infecções que devem ser aplicadas quando houver suspeita de COVID-19. Ela foi adaptada do documento da OMS sobre prevenção e controle de infecções durante prestação de cuidados de saúde para casos prováveis ou confirmados de infecção da síndrome respiratória do Oriente Médio com base no conhecimento atual da situação e experiência com a síndrome respiratória aguda grave. A OMS atualizará estas recomendações à medida que novas informações forem surgindo.

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COVID-19 Recomendações técnicas para a escolha de locais alternativos para atendimento de saúde.

Antes de a rede integral de serviços de saúde atingir sua capacidade máxima assistencial durante a resposta à COVID-19, é possível identificar locais alternativos para atendimento médico de saúde que permitam expandir a capacidade da rede de forma alinhada com os princípios e padrões da iniciativa de Equipes de Saúde de Emergência (ESE). O uso dos locais alternativos para atendimento de saúde deve ser considerado como última opção e apenas depois de esgotados todos os demais recursos, como a reorganização dos serviços de saúde e/ou o aumento escalonado de capacidades através da utilização de equipes de saúde de emergência que permitam um melhor manejo e autossuficiência da resposta. O planejamento da expansão da rede integral de serviços de saúde deve focar mais na capacidade de atenção do paciente do que em um aumento de leitos sem o planejamento adequado de pessoal e a autossuficiência assistencial e operacional que o viabilize. A preparação de um local alternativo para atendimento de saúde requer um esforço para colocar em funcionamento, não apenas na readaptação estrutural das instalações, mas também no planejamento do pessoal, na gestão dos fluxos assistenciais e operacionais, no acompanhamento das medidas de PCI, bem como na gestão da cadeia de suprimentos e garantia de qualidade na atenção e proteção dos trabalhadores da saúde. 

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Prevenção e controle de infecção para manejo de cadáveres no contexto da COVID-19.

Esta orientação provisória é para todos, inclusive os administradores de instituições de saúde e necrotérios, autoridades religiosas e de saúde pública, e familiares que tenham que cuidar do corpo de pessoas que morreram com suspeita ou confirmação de COVID-19. Estas recomendações estão sujeitas à revisão conforme novas evidências forem disponibilizadas.

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Gestão de cadáveres no contexto do novo coronavírus (COVID-19).

Este documento fornece recomendações sobre manejo de cadáveres no contexto do novo coronavírus (COVID-19) em locais de assistência à saúde. Essas recomendações são preliminares e estão sujeitas à revisão conforme novas evidências forem disponibilizadas.

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Práticas de prevenção e controle de infecções para o tratamento de pacientes em estabelecimentos não tradicionais, com foco no novo coronavírus (COVID-19).

Fornecer recomendações para as práticas de prevenção e controle de infecções (PCI) a serem usadas durante atendimento em estabelecimentos não tradicionais, no contexto da doença do novo coronavírus (COVID-19).

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Recomendações para a limpeza e desinfecção em domicílios com casos suspeitos ou confirmados de COVID-19.

Este documento apresenta algumas recomendações gerais: • Colocar o paciente em um quarto individual bem ventilado (com as janelas abertas). • Limitar o movimento do paciente pela casa e minimizar o espaço a ser compartilhado. Certificar-se de que os espaços compartilhados estejam bem ventilados. • Separar os espaços para dormir e, quando possível, colocar o paciente em um quarto separado. • Lavar frequentemente as mãos com água e sabão por 40 a 60 segundos e pelo menos nos seguintes momentos críticos: – imediatamente ao chegar da rua; – antes e depois de comer; – antes e depois de preparar alimentos; – após usar o banheiro; – antes e depois de realizar uma tarefa de limpeza; – antes e depois de tocar em dinheiro; – antes de colocar e depois de retirar o equipamento de proteção individual (EPI), especialmente as luvas; – após qualquer tipo de contato com o paciente. • Secar as mãos com toalhas de papel descartáveis. Se não houver toalhas de papel descartáveis, usar toalhas de pano limpas e trocá-las diariamente. Estas devem ser de uso exclusivo do paciente.

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Recomendações para o gerenciamento de resíduos sólidos.

A correta gestão dos resíduos sólidos permite minimizar possíveis impactos secundários à saúde e ao ambiente.

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