Manejo Clínico da COVID-19. Orientação provisória, 27 de maio de 2020.

Este documento é uma atualização do guia interino originalmente publicado com o título “Manejo clínico da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na suspeita de doença pelo COVID-19” em 13 de março de 2020. A OMS continua a monitorar cuidadosamente a situação para quaisquer alterações que possam afetar este guia interino. Caso qualquer fator mude, a OMS emitirá uma atualização. Em caso contrário, este guia expirará 2 anos após sua publicação.

Acesse aqui o documento

Terapias com anti-interleucina-6 para pacientes hospitalizados com COVID-19: protocolo para a metaanálise prospectiva de estudos randomizados. 19 de fevereiro de 2021

O aumento da necessidade de informações confiáveis rápidas para guiar o manejo clínico dos pacientes com covid-19 cria um caso contundente para meta-análises prospectivas (MAP), pois uma MAP poderá oferecer evidências oportunas de eficácia com a máxima precisão e um mínimo de viés de risco para popular as diretrizes de práticas clínicas. A característica principal do desenho desta MAP é que o critério de escolha de estudos, hipóteses e análises são especificados antes do conhecimento dos resultados do estudo. Recentemente usamos esse modelo para avaliar o papel dos corticoides na covid-19. Apresentamos o protocolo de MAP de estudos de terapia com anti-interleucina-6 (anti–IL-6), recrutando pacientes hospitalizados com covid-19. Foi baseado no Preferred Reporting Items for Systematic review and Meta-Analysis Protocols (PRISMA- declaração 2015 (4). Será registrado no PROSPERO, registro prospectivo internacional de revisões sistemáticas e publicado on-line antes de receber os dados dos desfechos.O objetivo geral dessa MAP é de estimar o efeito de terapia anti-IL-6 comparado ao cuidado padrão em pacientes hospitalizados com a confirmação ou caso suspeito de covid-19. A principal comparação é do efeito da classe de terapias anti-IL-6. Também estimaremos os efeitos de terapias anti-IL-6 específicas.

Acesse o documento aqui

Aleitamento materno e a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19). Informações científicas.

Aleitamento materno é a base para a sobrevivência, nutrição e o desenvolvimento de lactentes e crianças pequenas, e para saúde materna. A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida, seguido por continuação do aleitamento e complementação alimentar adequada por até 2 anos ou mais. O contato pele a pele inicial e contínuo, alojamento materno e o método canguru também melhoram de forma significativa a sobrevida neonatal e reduzem a morbidade nessa fase, e são recomendados pela OMS. Entretanto, há uma preocupação: se as mães com a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) podem transmitir o vírus SARS-CoV-2 para os bebês ou crianças pequenas através do aleitamento. As recomendações sobre o contato mãe-bebê e aleitamento devem se basear na consideração ampla, não apenas dos riscos potenciais da COVID-19 para o bebê, mas também dos riscos de morbidade e mortalidade associados ao não aleitamento, uso inapropriado de fórmulas infantis, além dos efeitos protetores do contato pele a pele. Essa informação científica avalia as evidências atuais sobre os riscos de transmissão da COVID-19 de uma mãe infectada para seu bebê através do aleitamento materno, assim como as evidências sobre os riscos à saúde da criança por não ser amamentada.

Acesse aqui o documento

Plataforma Clínica Global da COVID-19 Ficha Clínica (Case Report Form - CRF) para quadro pós-COVID (Post COVID-19 CRF)

A OMS estabeleceu uma Plataforma Global de Dados Clínicos1 da COVID-19 e convida os estados-membros e os estabelecimentos de saúde a registrarem informações clínicas de pacientes individuais anonimizados na plataforma da OMS, usando a Ficha Clínica (em inglês, Case Report Form, – CRF) padronizada. A CRF Pós-COVID-19 destina-se a servir como: ferramenta clínica que pode ser usada pelos estados-membros para documentar as sequelas de médio e longo prazo da COVID-19. A uniformidade no seguimento de pacientes pode assegurar que as necessidades clínicas e de reabilitação no médio e longo prazo sejam identificadas, e que os pacientes recebam o atendimento de que precisam; a OMS não recomenda, necessariamente, a testagem completa descrita na CRF para todas as pessoas, deve-se usar o julgamento clínico para selecionar os testes necessários para o atendimento clínico. Esta CRF é uma ferramenta para coleta de informações padronizadas a respeito do quadro pós-COVID-19, por meio da Plataforma de Dados Clínicos da OMS. Essa compilação de dados e a respectiva análise poderiam melhorar o conhecimento nacional e global das consequências da COVID-19, embasar futuras respostas de saúde pública e abrir caminho para grandes estudos investigacionais.

Acesse o documento aqui

Atendimento domiciliar para pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19 e gerenciamento de seus contatos. Orientação provisória, 12 de agosto de 2020.

Este breve informe se destina a orientar os profissionais de saúde pública e de prevenção e controle de infecção (PCI), os gerentes de unidades de saúde, os profissionais de saúde a e outros provedores comunitários treinados ao abordarem questões relacionadas ao atendimento domiciliar para pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19, referindo-se, portanto, a um paciente com suspeita ou confirmação de COVID-19 ao longo de todo o documento. Em muitos contextos, os serviços de saúde são prestados em nível comunitário e em casa por profissionais de saúde comunitários, médicos tradicionais, assistentes sociais ou uma variedade de provedores de atendimento formais e informais da comunidade, incluindo cuidadores. Para os fins deste documento, o termo “cuidadores” se refere aos pais, cônjuges e outros membros da família ou amigos que prestam cuidados informais, em oposição aos cuidados prestados por prestadores de atendimento de saúde formais.

Acesse aqui o documento

Condução de revisões intra-ação da COVID-19 locais e seguras durante a pandemia, 28 de abril de 2021

As considerações apresentadas neste documento foram identificadas por meio de análises de várias fontes, incluindo literatura científica emergente e literatura cinzenta, sites de organizações internacionais e não governamentais. Elas devem ser adaptadas às regulamentações nacionais.

Acesse o documento aqui

Guia para o cuidado de pacientes Adultos críticos com coronavírus (COVID-19) nas Américas. Atualização, versão 2 curta, 27 de julho de 2020

Esta guia de prática clínica fornece recomendações baseadas em evidências para a identificação de marcadores e fatores de risco de mortalidade em pacientes críticos, controle de infecção, coleta de amostras, cuidados de suporte (ventilatório e hemodinâmico), tratamento farmacológico, reabilitação precoce, uso de imagens de diagnóstico, prevenção de complicações e critérios de alta. As recomendações são dirigidas a todos os profissionais de saúde que atendem os pacientes nos serviços de urgência/emergência e na unidade de terapia intensiva (médicos com especialidade em medicina de urgência, pneumologia, medicina intensiva, clínica médica, anestesiologia, infectologia, terapeutas respiratórios, fisioterapeutas, enfermeiras e químicos farmacêuticos). A guia foi elaborada para ser usada por tomadores de decisão e membros de entidades governamentais relacionados com o tratamento de pacientes com COVID-19 nas UTIs na Região das Américas. Esta guia não inclui aspectos relacionados com a nutrição e tratamento de complicações.

Acesse aqui o documento

Orientação para a condução de revisão intra-ação (IAR) nacional da COVID-19. Adendo 1. 28 de abril de 2021

Esta publicação (Adendo 1) não objetiva a substituição da Orientação para a realização de uma revisão intra-ação (IAR) nacional da covid-19, conforme publicada em 23 de julho de 2020 e que pode ser encontrada no seguinte link: httpspublic://p1f7k96koubg69gn12hr3gp11ft4.jpgwww.who.int/publications/i/item/WHO-2019-nCoV-Country_IAR-2020.1, mas sim a sua complementação.

Acesse o documento aqui

Guia para o Cuidado de Pacientes Adultos Críticos com Coronavírus (Covid-19) nas Américas. Atualização. Versão 2, 29 de julho de 2020

Esta guia de prática clínica foi desenvolvido para fornecer recomendações para o manejo de pacientes adultos críticos com COVID-19 atendidos em unidades de terapia intensiva (UTI). Fornece recomendações informadas para a identificação de marcadores e fatores de risco para mortalidade de pacientes críticos, controle de infecções, coleta de amostras, cuidados de apoio (ventilatório e hemodinâmica), tratamento medicamentoso, reabilitação precoce, uso de imagem diagnóstica, prevenção de complicações e critérios de saída. As recomendações são dirigidas a todos os profissionais de saúde que atendem pacientes no pronto-socorro e pronto-socorro e unidade de terapia intensiva. Também é desenvolvido para uso por tomadores de decisão e membros de entidades governamentais relacionadas à gestão de pacientes COVID-19 na UTI da Região das Américas.

Acesse aqui o documento

Expandir nosso entendimento da síndrome pós-COVID-19. Relatório de um webinar da OMS. 9 de fevereiro de 2021

Durante a primeira onda da pandemia da , os pesquisadores já começaram a montar estudos de coorte longitudinais para avaliar as sequelas da COVID-19. Em agosto de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu-se com pacientes do grupo LongCovidSOS e defendeu a necessidade de reconhecimento, pesquisa e reabilitação. Em setembro de 2020, a OMS havia estabelecido o código CID-10 para a síndrome pós-COVID-19. Em janeiro de 2021, a OMS publicou sua orientação inicial sobre o manejo clínico de pacientes após a doença aguda. Com o objetivo de avançar nesse campo reunindo partes interessadas de todo o mundo, a OMS organizou uma série de webinars com os seguintes objetivos específicos: prioridades de ação em reconhecimento, pesquisa e reabilitação; apresentação de conhecimentos científicos atualizados sobre a síndrome pós-COVID-19;enriquecimento da discussão por meio de grupos de trabalho com painéis de especialistas.

Acesse o documento aqui

Páginas