Preparação, prontidão e ações de respostas crítica ao COVID-19.

Este documento descreve as ações de preparação, prontidão e ações de resposta crítica ao COVID-19 para cada cenário de transmissão.

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Manejo de viajantes doentes nos Pontos de Entrada (aeroportos, portos marítimos e passagens de fronteira internacionais) no contexto da COVID-19.

Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), as autoridades sanitárias nos pontos de entrada devem estabelecer planos de contingência e ações efetivos em resposta a uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, e comunicar com o Ponto Focal Nacional do RSI no tocante a medidas relevantes de saúde pública. Este documento fornece orientações sobre a detecção e manejo dos viajantes doentes com suspeita de COVID-19 nos pontos de entrada e em meios de transporte de qualquer natureza.

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Ferramenta de revisão das capacidades nacionais para o novo coronavírus (nCoV).

Este documento apresenta uma ferramenta para a revisão de capacidades existentes na área de detecção e resposta ao novo coronavírus. Estas informações ajudarão as autoridades nacionais a identificar as principais lacunas, realizar avaliações de risco e planejar investigações adicionais, ações de resposta e controle.

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Resposta à transmissão comunitária da COVID-19.

Este documento fornece orientação técnica para as autoridades governamentais, profissionais de saúde e outras partes interessadas para orientar a resposta à disseminação da comunidade. ele será atualizado à medida que novas informações ou orientações técnicas estiverem disponíveis.

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Considerações sobre a investigação de casos e agregados de casos (clusters) do COVID-19. Orientação provisória, 13 de março de 2020.

Este documento oferece orientação operacional aos Estados Membros para a investigação rápida dos casos suspeitos da COVID19 após um alerta ou sinal. É uma ferramenta a ser utilizada por autoridades de saúde locais, regionais ou nacionais que abordam considerações na investigação de casos de COVID19.

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Considerações para implementação de tratamento em massa, busca ativa de casos e pesquisas de base populacional para doenças tropicais negligenciadas no contexto da pandemia de COVID-19. Orientação provisória. 27 de julho de 2020

Este documento apresenta a estrutura de tomada de decisão para implementação de intervenções de tratamento em massa, campanhas de busca ativa de casos e pesquisas de base populacional para doenças tropicais negligenciadas (DTNs) no contexto da pandemia de COVID-19. Traz ainda considerações que servem de orientação para as autoridades sanitárias relevantes, gestores de programas de DTN e seus parceiros.

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Investimento e desenvolvimento da preparação para emergências de saúde a longo prazo durante a pandemia de COVID-19. Orientação provisória para os Estados Membros da OMS, 6 de julho de 2020

Atualmente, os países estão concentrados na preparação e resposta à doença causada pelo novo coronavírus 2019 (COVID-19). Infelizmente, essa não será a última emergência de saúde vivenciada pelo mundo, e alguns países enfrentarão outras ameaças simultaneamente. Prevenção, preparação, prontidão, resposta e recuperação estão em um continuum, e, para ser eficaz, esse continuum precisa de atenção abrangente. Existe uma necessidade urgente de fortalecer as capacidades de segurança geral em saúde dos países para atender às demandas imediatas e melhorar as respostas a ameaças futuras além da COVID-19. Isso é crucial para que o mundo rompa o ciclo de “pânico e esquecimento” e evite uma repetição de experiências passadas, quando as capacidades criadas para ameaças específicas não foram sustentadas e as boas práticas e lições aprendidas foram perdidas. Os investimentos e despesas para a COVID-19 devem, portanto, resultar em benefícios a longo prazo e mais amplos, de acordo com as necessidades nacionais de capacidades sustentáveis. Por exemplo, na atual preparação estratégica e diretrizes de planejamento operacional de resposta à COVID-19 da OMS, 120 das 143 ações sugeridas, caso implementadas e sustentadas, resultariam em uma capacidade reforçada contra outras emergências de saúde. O anexo desta orientação mostra como as ações recomendadas para a COVID-19 podem ser vinculadas às capacidades para implementar o Regulamento Sanitário Internacional (2005) (RSI 2005), e, caso isso seja mantido, resultaria numa preparação a longo prazo.

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Módulos harmonizados - módulos para avaliação de estabelecimentos de saúde no contexto da pandemia de COVID-19. Orientação provisória. 31 de maio de 2020

Esse conjunto de módulos é desenhado/adaptado para atender as necessidades dos países durantes as diferentes fases de preparo, resposta e recuperação à COVID-19. É alinhado e consistente com todas as orientações publicadas pela OMS para COVID-19. O objetivo primário é dar suporte à avaliação rápida das capacidades atuais, do aumento expressivo de casos e capacidades futuras de estabelecimentos de saúde, para estarem preparados, prontos e responsivos à COVID-19, paralelamente à prestação de serviços essenciais de saúde. Esse conjunto inclui módulos relacionados ao preparo e planejamento de resposta, tratamento de pacientes com COVID-19, continuidade de serviços essenciais de saúde e capacidade e proteção do trabalhador da saúde. Além disso, inclui avaliações em profundidade da disponibilidade de equipamentos biomédicos e de diagnóstico essenciais, medicamentos, triagem, aspectos de segurança e estruturais. Cada módulo inclui ferramentas de avaliação para coleta e análise de dados, priorizando ações, e suporte à tomada de decisões na unidade de saúde, em nível subnacional e nacional. Portanto, os módulos ajudam a desenvolver e atualizar os planos, assim como também monitorar as capacidades dos estabelecimentos de saúde. Os países podem selecionar diferentes combinações de módulos de acordo com o contexto e a necessidade para uso único ou recorrente durante a pandemia. As ferramentas de avaliação estão disponíveis online por meio de um aplicativo gratuito para download assim como arquivos para download. Os módulos são apresentados na tabela abaixo, seguidos de mais detalhes. A OMS irá compartilhar módulos conforme eles forem finalizados nas próximas semanas.

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Novo Coronavírus 2019 (2019-nCoV): Plano estratégico de preparação e resposta. 3 de fevereiro 2020.

Este plano estratégico de preparação e resposta define as medidas de saúde pública que a comunidade internacional está pronta para implementar e apoiar todos os países na preparação e resposta ao 2019-nCoV. O documento aborda o que sabemos até agora sobre o vírus e traduz esse conhecimento em ações estratégicas que podem orientar os esforços de todos os parceiros nacionais e internacionais no desenvolvimento de planos operacionais nacionais e regionais específicos aos contextos.

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Consulta global On-line sobre Rastreamento de Contatos para covid-19. 9-11 de junho de 2020

O rastreamento de contatos é uma parte essencial da resposta à pandemia da COVID-19 e deve ser um componente central de todas as estratégias nacionais de controle da COVID-19. Ele retarda a transmissão do vírus ao quebrar as cadeias de transmissão de pessoa para pessoa, ajudando a reduzir o número de casos novos gerados por cada caso confirmado para menos de um, mantendo-o nesse nível.A COVID-19 enfatizou fortemente o quanto o rastreamento de contatos é crucial para o manejo de surtos e como parte da estratégia para ajustes e, por fim, para a suspensão de lockdowns e outras medidas sociais e de saúde pública rigorosas. À medida que a pandemia se desenvolve, ele será uma medida fundamental para controle de novas ondas de infecção.Para expandir e melhorar a capacidade de rastreamento de contatos é preciso abranger muitos elementos, todos os quais devem ser apropriadamente adaptados para a COVID-19. Isso inclui, entre outras coisas: planejamento para implementação, ampliação e sustentabilidade nos níveis nacional e subnacional; treinamento; comunicação de risco e envolvimento da comunidade; gestão de informações em tempo real; avaliação e implementação de novas ferramentas e abordagens; análise ampliada de indicadores de rastreamento de contatos (resultados e processos) e cadeias de transmissão; e monitoramento e avaliação.

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