Diretrizes de planejamento operacional para suporte à preparação e resposta dos países. 22 de maio de 2020

No dia 30 de janeiro de 2020, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto da doença causada pelo coronavírus 2019 (COVID-19) uma emergência de saúde pública de preocupação internacional (PHEIC) segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI 2005), seguindo a orientação do Comitê de Emergências do Regulamento Sanitário Internacional. No dia 4 de fevereiro de 2020, o diretor-geral da OMS informou o secretário-geral das Nações Unidas e solicitou a ativação da política de gestão de crise das Nações Unidas para criar uma Equipe de Gestão de Crise (EGC) para coordenar a expansão da assistência em nível de sistema das Nações Unidas para auxiliar os países1 na preparação e resposta à COVID-19.

 

Acesse o documento aqui

OMS: Relatório de progresso da preparação e resposta à COVID-19. 1º de fevereiro a 30 de junho de 2020

A OMS publicou o primeiro Plano Estratégico de Preparação e Resposta à COVID-19 (em inglês, Strategic Response and Preparedness Plan, ou SPRP) em 3 de fevereiro de 2020. Este relatório destaca os principais pontos de progresso até o dia 30 de junho de 2020 em relação aos três objetivos definidos no SPRP: ampliação da coordenação e suporte internacionais; ampliação da preparação e resposta no âmbito dos países, por pilar; e aceleração de pesquisa e inovação. O relatório também discute alguns dos principais desafios enfrentados até agora, e fornece uma atualização dos recursos necessários para a próxima fase da resposta da OMS, que é parte de uma abordagem sem precedentes à pandemia, com envolvimento total da ONU.

Acesse o documento aqui

Plano estratégico de preparação e resposta à COVID-19 (SPRP). Estrutura de monitoramento e avaliação, 5 de junho de 2020

Coletar e analisar indicadores de resposta globais e do país em relação às ações ou processos planejados é essencial para garantir a responsabilidade e a transparência no monitoramento do progresso e na identificação de lacunas. A Estrutura de Monitoramento e Avaliação do Plano Estratégico de Preparação e Resposta (SPRP) à COVID-19 (Estrutura de M&A COVID-19) enumera os principais indicadores de saúde pública e serviços essenciais e sistemas de saúde para monitorar a preparação, resposta e situações durante a pandemia da COVID-19.

Acesse o documento aqui

Ações práticas nas cidades para fortalecer a preparação para a pandemia da COVID-19 e ações posteriores Uma lista de verificação provisória para as autoridades locais

Este documento acompanha a orientação provisória “Fortalecimento da Preparação para a COVID-19 em Cidades e Entornos urbanos”, que complementa o Plano Estratégico de Preparação e Resposta à COVID-19 (SPRP na sigla em inglês) e a atualização de estratégia. Ele detalha e expande as ações recomendadas conforme o listado na orientação provisória e fornece uma ferramenta, a lista de verificação, para as autoridades locais, líderes e formuladores de políticas nas cidades visando melhorar a preparação para a pandemia da COVID-19 e ações posteriores. Não se trata de documento prescritivo e nem exaustivo e deve ser adaptado aos marcos regulatórios nacionais, às competências dos atores subnacionais/estaduais e aos contextos sociais, culturais e econômicos locais. A lista de verificação não pretende substituir outras orientações e planejamentos, mas complementá-los, ajudando as autoridades locais a garantir que as áreas principais tenham sido cobertas.

Acesse o documento aqui

Orientação para a Condução de Revisão Intra-Ação (IAR) Nacional da COVID-19. 23 de julho de 2020

Com a expectativa de que a pandemia da COVID-19 possa continuar nos próximos meses, a OMS, em colaboração com seus escritórios e parceiros regionais, desenvolveu estas orientações para apoiar os países, à medida que analisem seus esforços contínuos de resposta, por meio de processos de aprendizado e aprimoramento contínuos. Para os fins desta orientação, uma revisão intra-ação (IAR) é definida como uma discussão facilitada e liderada por um país que permite que as partes interessadas nacionais e subnacionaisda resposta à COVID-19 (i) reflitam sobre as ações adotadas para se preparar e responder ao surto de COVID-19 no país, de modo a identificar as melhores práticas atuais, lacunas e lições aprendidas, e (ii) proponham ações corretivas para melhorar e reforçar a resposta contínua à COVID-19. Além disso, os achados e recomendações da IAR podem contribuir para a melhoria no manejo de emergências simultâneas e na segurança de saúde em longo prazo. Uma IAR proporciona uma oportunidade de analisar a capacidade funcional dos sistemas de saúde pública e de resposta emergencial nos níveis nacional e subnacional, bem como de identificar áreas práticas que precisam de remediação imediata ou que podem ser alvo de melhoria sustentada da resposta ao surto.

Acesse o documento aqui

Ferramenta da OMS para Avaliação de Risco da COVID-19 em Eventos com Aglomerações - Eventos Genéricos, Versão 2

Acesse o documento aqui

Ferramenta da OMS para Avaliação de Risco de COVID-19 em eventos com aglomeração de pessoas: Eventos Esportivos. Versão 2

O conteúdo desta ferramenta de Avaliação de Risco foi atualizado para refletir as novas orientações da OMS e novas evidências sobre a COVID-19 e os eventos com aglomeração de pessoas, bem como as devolutivas dos usuários finais. Melhorias adicionais foram feitas na forma como as informações são organizadas e apresentadas: agora a Árvore de Decisão está integrada à ferramenta e uma nova aba dedicada à Comunicação de Risco foi adicionada. A ferramenta expandida agora inclui seis abas: 1. Instruções; 2. Árvore de Decisão; 3. Avaliação da Risco; 4. Mitigação de Risco; 5. Matriz de Decisão; 6. Comunicação de Risco. O planejamento rotineiro de eventos com aglomeração de pessoas inclui a realização de avaliações de risco para determinar o risco geral de propagação da doença ligado a um evento com aglomeração de pessoas. Em virtude do surto atual de COVID-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu esta ferramenta de avaliação de risco para eventos esportivos. Inclui uma avaliação de risco, mitigação de risco e estratégia de comunicação de risco desenvolvida para uso por países-sede e organizadores de eventos com aglomeração de pessoas para avaliar o risco específico de COVID-19.

Acesse o documento aqui

Recomendações para a implementação da metodologia CICOM durante a resposta à doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19).

As recomendações técnicas deste documento visam fornecer orientações sobre a metodologia para implementação das Células de Informação e Coordenação Médica (CICOM) como uma função essencial do Centro Operacional de Emergências (COE) de Saúde, a fim de facilitar a tomada de decisões na expansão de capacidades, por meio do envio de equipes médicas de emergência e a instalação de locais alternativos de atenção médica, em cooperação com redes abrangentes de serviços de saúde e sistemas de atenção pré-hospitalar.

Acesse aqui o documento

Estratégias de vigilância para infecção humana por COVID-19. Orientação provisória. 10 de maio de 2020

O objetivo da vigilância para COVID-19 é limitar a propagação da doença, permitir que as autoridades de saúde pública gerenciem o risco de COVID-19 e, assim, liberar para que as atividades econômicas e sociais sejam retomadas na medida do possível. A vigilância também é necessária para monitorar as tendências de longo prazo da transmissão de COVID-19 e as mudanças no vírus. Esta orientação deve ser lida em conjunto com a orientação da OMS sobre ações de preparação, prontidão e resposta. Este documento oferece uma visão geral das estratégias de vigilância que os Estados Membros devem considerar como parte da vigilância nacional abrangente para COVID-19. Este documento enfatiza a necessidade de adaptar e reforçar os sistemas nacionais existentes e aumentar as capacidades de vigilância conforme necessário. A OMS publicou anteriormente um documento de orientação para a “Vigilância Global para COVID-19 causada por infecção humana pelo vírus da COVID-19” que inclui recomendações e ferramentas para relatórios internacionais. Ao revisar as estratégias nacionais de vigilância, os Estados Membros devem fornecer capacidade suficiente para relatar a vigilância global de COVID-19 à OMS.

Acesse o documento aqui

Páginas