Necessidades, percepções e demandas da comunidade: ferramenta de avaliação da comunidade. Um módulo do conjunto de avaliações da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19. Orientação provisória. 5 de fevereiro de 2021

A pandemia da COVID-19 continua a revelar a fragilidade dos serviços de saúde e dos sistemas de saúde pública globalmente. Tem mostrado que mesmos sistemas de saúde robustos podem ficar rapidamente sobrecarregados e comprometidos por um surto. Muitos serviços de rotina e eletivos foram adiados ou suspensos e abordagens existentes de prestação de serviços têm que ser adaptadas devido a mudanças na análise de risco-benefício para qualquer atividade ou serviço no atual contexto da pandemia. Ao mesmo tempo, as unidades de atenção primária estão tendo que tratar de casos leves e assintomáticos de COVID-19, envolver a comunidade e fazer trabalho de conscientização, auxiliar com diversos aspectos da testagem e rastreamento de contatos e encaminhar os casos que apresentam piora a unidades de atenção secundária e terciária. Os casos mais graves continuam a ser tratados em hospitais. Em resposta a essa situação, a OMS desenvolveu a Ferramenta de avaliação da comunidade: necessidades, percepções e demandas da comunidade. Esta ferramenta foi desenvolvida para ajudar a identificar os gargalos no sistema de saúde a fim de monitorar e rastrear as necessidades e comportamentos da comunidade e as barreiras à atenção à saúde durante a pandemia da COVID-19. Ela faz parte de um conjunto mais amplo de avaliações da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19. Essas diferentes ferramentas de monitoramento enfocam aspectos diferentes do rastreamento duplo da manutenção dos serviços essenciais de saúde enquanto dão continuidade ao manejo dos casos de COVID-19. O conjunto e os diferentes módulos são descritos no Anexo 1.

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Reforçando a resposta dos sistemas de saúde à COVID-19. Adaptando serviços de atenção primária para uma resposta mais efetiva à COVID-19.

A atenção primária [nas comunidades e em unidades de saúde] tem papel crítico no contexto da pandemia, facilitando o reconhecimento precoce, o manejo e o encaminhamento de pessoas com COVID-19, e proporcionando coordenação e continuidade para regulação de outros serviços de saúde essenciais e limitação do tempo de internação. Estruturas robustas de atenção primária— incluindo serviços acessíveis de primeiro contato, conexões entre os níveis do sistema de saúde e fluxos de referência e contrarreferência — sustentam as adaptações dinâmicas necessárias para limitar a transmissão da COVID-19 e prestar serviços de forma segura, na medida em que a transmissão avança ou retrocede. Este documento faz parte de uma série de orientações técnicas elaboradas pelo Escritório Regional da OMS na Europa para fornecer informações práticas e materiais para tomadores de decisões, sobre medidas que reforçam a resposta do sistema de saúde à COVID-19. Esta orientação explica os passos que os países podem seguir para reforçar a resposta da atenção primária e enfrentar melhor os desafios criados pela pandemia da COVID-19. Ela serve como apoio à operacionalização de políticas para reforço da resposta do sistema de saúde à COVID-19 que se aplicam à atenção primária e a seu papel na manutenção da continuidade de serviços de saúde convencionais e essenciais.

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Revisão intra-ação para COVID-19 nos países. Manual do Facilitador. 28 de abril de 2021

A IAR oferece uma oportunidade de rever a capacidade funcional nacional dos sistemas de saúde pública e de resposta a emergências, e identificar áreas práticas para remediação imediata ou melhoria contínua da resposta atual à pandemia de COVID-19. A IAR para COVID-19 tem quatro objetivos: proporcionar oportunidade de compartilhar experiências e analisar coletivamente a resposta à COVID-19 em andamento nos países, identificando desafios e boas práticas; facilitar a obtenção de consenso entre os interessados e a compilação de lições aprendidas durante a resposta, de modo a aprimorar a resposta em andamento, consolidando-se boas práticas que tenham demonstrado sucesso e evitando-se repetir os mesmos erros; documentar e aplicar as lições aprendidas com os trabalhos de resposta empreendidos até o presente, permitindo o fortalecimento do sistema de saúde; fornecer as bases para validação e atualização do plano estratégico de preparação e resposta à COVID-19 nos países e outros planos estratégicos relacionados.

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Lista de verificação rápida de prontidão hospitalar. Avaliações harmonizadas da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19. Orientação provisória, 25 de junho de 2020

Avaliações harmonizadas da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19. Os módulos de avaliação harmonizada da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19 são um conjunto de ferramentas de avaliação de unidades de saúde para apoiar avaliações rápidas e precisas das capacidades atuais, de resposta à emergência e futuras das unidades de saúde nas diferentes fases da preparação, resposta e recuperação da COVID-19. O conjunto é composto por módulos relacionados ao planejamento de prontidão e resposta no manejo de casos de COVID-19 nas unidades, bem como módulos detalhados sobre a disponibilidade de medicamentos, exames diagnósticos, suprimentos e equipamentos biomédicos essenciais para a COVID-19, a capacidade de prevenção e controle de infecção e o design e a capacidade estrutural dos centros de tratamento. Além disso, inclui um módulo sobre a continuidade dos serviços essenciais de saúde durante o surto de COVID-19 para ajudar a avaliar mudanças na utilização dos serviços, modificações na prestação de serviços e as capacidades necessárias para garantir a prestação de serviços de saúde essenciais para outras doenças além da COVID-19. Os módulos podem ser utilizados para orientar a priorização de ações e tomada de decisão nos estabelecimentos de saúde, em níveis subnacional e nacional. Os países podem selecionar diferentes combinações de módulos de acordo com o contexto e a necessidade de uso único ou recorrente durante toda a pandemia.

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Prevenção e manejo da COVID-19 nos serviços de assistência de longa permanência. Sumário de política, 24 de julho de 2020.

A pandemia da COVID-19 afetou desproporcionalmente os idosos, principalmente aqueles que vivem em instituições de longa permanência. Em muitos países, as evidências mostram que mais de 40% das mortes relacionadas à COVID-19 foram ligadas a instituições de longa permanência, chegando a 80% em alguns países de alta renda. Além disso, nas instituições de longa permanência, a taxa de letalidade de residentes com COVID-19 pode ser maior do que na população da mesma idade que vive fora de instituições de longa permanência. Os residentes de instituições de longa permanência frequentemente enfrentam alto risco, baixas medidas preventivas e recursos inadequados para se recuperar da COVID-19, bem como acesso reduzido a serviços essenciais de saúde em um contexto no qual os sistemas de saúde se deparam com restrições durante o surto da COVID-19. Este sumário de políticas fornece 11 objetivos e pontos de ação importantes para prevenir e gerenciar a COVID-19 na assistência de longa permanência. Seu público-alvo é formado por legisladores e autoridades (nacionais, subnacionais e locais) envolvidos na pandemia da COVID-19. O sumário se baseia em evidências atualmente disponíveis referentes a medidas adotadas para prevenção, preparação e resposta à pandemia da COVID-19 e para mitigar seu impacto nos serviços de assistência de longa permanência, incluindo os prestadores de cuidados.

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Considerações para a prestação de serviços de saúde bucal essenciais no contexto da COVID-19. Orientação Provisória, 3 de agosto de 2020.

O objetivo deste documento é abordar necessidades e considerações específicas para serviços essenciais em saúde bucal.Esta orientação provisória é dirigida a autoridades de saúde pública, coordenadores nacionais de saúde bucal em ministérios da saúde e profissionais da saúde bucal que trabalham no setor de saúde público e privado. O documento pode estar sujeito a alterações à medida que novas informações se tornam disponíveis. Durante a pandemia da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19), a prevenção efetiva de problemas e o autocuidado bucal continuam sendo uma grande prioridade. Os pacientes devem receber orientação através de consulta remota ou canais das redes sociais sobre como manter uma boa higiene bucal. As informações gerais da OMS sobre saúde bucal estão disponíveis em (httpspublic://p1ehq1gdfrtid12kvh6hn2fum54.jpgwww.who.int/health-topics/oral-health). Orientação adicional sobre limpeza e desinfecção ambiental está disponível através da OMS e de outras instituições.

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Inquérito pontual sobre a continuidade dos serviços essenciais de saúde durante a pandemia da COVID-19. Relatório provisório, 27 de agosto de 2020

A OMS realizou uma pesquisa com informantes-chave dentre os funcionários de Ministérios da Saúde, em cinco regiões da OMS, entre maio e julho de 2020, visando avaliar o impacto da pandemia de COVID-19 em até 25 serviços essenciais de saúde nos diferentes países. Os questionários foram enviados a 159 países e 105 respostas foram recebidas (taxa de resposta de 66%). Oitenta por cento dos 105 países respondentes estabeleceram pacotes de serviços essenciais de saúde antes da pandemia, e 66% desses países já haviam identificado um conjunto básico de serviços a serem mantidos durante a pandemia da COVID-19. No geral, interrupções nos serviços essenciais de saúde foram notificadas por quase todos os países, e ainda mais em países de baixa renda em comparação aos de alta renda. A grande maioria das interrupções de serviço foi parcial, o que se definiu como uma alteração de 5 a 50% na prestação ou uso do serviço. As interrupções sérias/completas foram definidas como alterações de mais de 50% na prestação ou uso do serviço. Todos os serviços foram afetados, incluindo aqueles essenciais para doenças transmissíveis, doenças não transmissíveis, e de saúde mental, reprodutiva, materna, neonatal, da criança e do adolescente, e serviços de nutrição. Os serviços de emergência foram os que sofreram menos interrupção, embora 16 países tenham notificado interrupções em todos os serviços de emergência. As plataformas de prestação de serviços mais seriamente afetadas foram as dos serviços móveis, muitas vezes suspensos pelo governo, e as campanhas, como por exemplo aquelas utilizadas para a prevenção de malária ou de imunização.

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Lista de verificação rápida de prontidão hospitalar da OMS para a COVID-19

Esta lista de verificação rápida de prontidão hospitalar da OMS para COVID-19 foi desenvolvida com base na resposta estratégica e no plano de preparação para a COVID-19 e na preparação hospitalar para epidemias da OMS e em versões provisórias de listas de verificação semelhantes do Escritório Regional da OMS para as Américas/Organização Pan-Americana da Saúde, do Escritório Regional da OMS para a Europa e da sede da OMS. O objetivo da Lista de Verificação é ajudar os gerentes hospitalares a se prepararem para o gerenciamento de pacientes com COVID-19, otimizando as capacidades de cada hospital. Ela foi projetada para ser fácil de usar, levando em consideração os recursos humanos e o tempo de avaliação necessário para conduzir e concluir a Lista de Verificação em sua totalidade.

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Avaliações harmonizadas da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19. Orientação provisória. 2 de novembro de 2020

Esta orientação provisória é uma atualização da versão anterior publicada em 31 de maio de 2020 como “Avaliações harmonizadas da capacidade dos serviços de saúde no contexto da pandemia da COVID-19”. Nesta atualização, o conteúdo do módulo foi ainda mais refinado e desenvolvido. Os países enfrentam uma infinidade de questões e decisões que devem ser abordadas para se preparar e responder diretamente à pandemia da COVID-19, ao mesmo tempo em que mantém a prestação de outros serviços de saúde. As principais decisões e ações para mitigar o risco de colapso potencial do sistema de saúde devem ser orientadas por dados precisos e oportunos coletados por meio do monitoramento contínuo da prestação e utilização de serviços de saúde em todas as fases da pandemia da COVID-19. Avaliações rápidas e precisas das capacidades dos serviços de saúde – incluindo estruturas e processos de gestão, capacidade e proteção do profissional de saúde, recursos, gestão da cadeia de suprimentos e necessidades da comunidade – são essenciais para o planejamento da prestação de serviços de alta qualidade e a relacionada redistribuição de recursos. Este conjunto de módulos foi projetado para atender às necessidades dos países em todas as fases de preparação, resposta e recuperação da COVID-19, e está alinhado e consistente com todas as orientações publicadas pela OMS sobre a COVID-19. Seu objetivo principal é apoiar avaliações rápidas e precisas das capacidades atuais, de pico de demanda e futuras das unidades de saúde, de modo que estejam preparadas e respondam à COVID-19, ao mesmo tempo em que mantêm a prestação de serviços de saúde essenciais em todas as fases da pandemia.

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Sequenciamento genômico do SARS-CoV-2 para objetivos de saúde pública. Orientação provisória. 8 de janeiro de 2021

A vigilância global das sequências genéticas do SARS-CoV-2 e dos metadados correlatos contribui para a resposta ao surto de COVID-19. Essa contribuição inclui o rastreamento da disseminação do SARS-CoV-2 geograficamente ao longo do tempo e a garantia de que as mutações que possam influenciar a patogenicidade, a transmissão ou as contramedidas (como vacinas, tera pêutica e diagnósticos) sejam detectadas e avaliadas em tempo hábil. • Embora o custo e a complexidade do sequenciamento genético tenham caído significativamente ao longo do tempo, os progra mas de sequenciamento efetivos ainda exigem um investimento substancial em termos de pessoal, equipamento, reagentes e infraestrutura bioinformática. Além disso, é necessária uma colaboração efetiva para garantir que os dados gerados sejam de boa qualidade e que sejam usados de maneira significativa. • Os países são incentivados a depositar rapidamente as sequências do SARS-CoV-2 em um banco de dados público para compar tilhá-las com a comunidade científica para fins de saúde pública. Os investimentos em uma rede de sequenciamento global em camadas para SARS-CoV-2 contribuirão para o desenvolvimento de programas de sequenciamento global resilientes e de alta qualidade para a detecção e o manejo de outros patógenos causadores de surto no futuro.

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