Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes com a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19).

Este é um resumo científico sobre Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes com a doença causada pelo novo coronavírus.   

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Uso de exames de imagem de tórax na COVID-19: guia de aconselhamento rápido. Anexo B da internet. Tabelas de evidências para a tomada de decisão GRADE

Uso de exames de imagem de tórax na COVID-19: guia de aconselhamento rápido Anexo B da internet. Tabelas de evidências para a tomada de decisão GRADE

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Expandir nosso entendimento da síndrome pós-COVID-19. Relatório de um webinar da OMS. 9 de fevereiro de 2021

Durante a primeira onda da pandemia da , os pesquisadores já começaram a montar estudos de coorte longitudinais para avaliar as sequelas da COVID-19. Em agosto de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu-se com pacientes do grupo LongCovidSOS e defendeu a necessidade de reconhecimento, pesquisa e reabilitação. Em setembro de 2020, a OMS havia estabelecido o código CID-10 para a síndrome pós-COVID-19. Em janeiro de 2021, a OMS publicou sua orientação inicial sobre o manejo clínico de pacientes após a doença aguda. Com o objetivo de avançar nesse campo reunindo partes interessadas de todo o mundo, a OMS organizou uma série de webinars com os seguintes objetivos específicos: prioridades de ação em reconhecimento, pesquisa e reabilitação; apresentação de conhecimentos científicos atualizados sobre a síndrome pós-COVID-19;enriquecimento da discussão por meio de grupos de trabalho com painéis de especialistas.

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Cuidados iniciais de pessoas com infecção respiratória aguda (IRA) no contexto da doença do coronavírus (COVID-19) em estabelecimentos de saúde: avaliar o risco, isolar, encaminhar.

Este documento oferece recomendações sobre os cuidados iniciais de pessoas com infecção respiratória aguda (IRA) no contexto da doença do coronavírus (COVID-19), em estabelecimentos de saúde, com base no fluxograma do processo de tomada de decisão. 

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Testes de diagnóstico para SARS-CoV-2. Guia provisória.11 setembro 2020

Este documento fornece orientações provisórias para laboratórios e outras partes interessadas envolvidas no diagnóstico da síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2). As principais considerações para a coleta de amostras, teste de amplificação de ácido nucleico (NAAT), antígeno (Ag), detecção de anticorpos (Ab) e garantia de qualidade são abordados WHElab@who.int. Alterações da versão anterior: O título desta guia provisória mudou de “Testes de laboratório para COVID-19 em casos humanos suspeitos” para “Testes de diagnóstico para SARS-CoV-2”. Informações adicionais relevantes e um algoritmo de diagnóstico clínico foram adicionados ao documento. Além disso, a guia foi atualizada com novas descobertas da literatura e melhores práticas.

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Análise e utilização de dados de rotina no monitoramento dos efeitos da COVID-19 nos serviços essenciais de saúde. Um guia prático para os tomadores de decisão em nível nacional e subnacional. Orientação provisória. 14 de janeiro de 2021

A OMS lançou recentemente o guia Maintaining essential health services: operational guidance for the COVID-19 context [Manutenção de serviços essenciais de saúde: orientação operacional no contexto da COVID-19], que fornece uma estrutura integrada para orientar os países em seus esforços para reorganizar, adaptar e manter a prestação segura de serviços essenciais de saúde de alta prioridade no contexto da pandemia (1). Uma das estratégias operacionais recomendadas para a manutenção de serviços essenciais de saúde é fortalecer o monitoramento, por meio de rastreamento, análise e notificação regulares sobre a utilização e prestação de serviços essenciais de saúde durante o provável aumento e diminuição do surto. Na orientação mencionada, um conjunto de ações de alto nível e indicadores de amostra foram fornecidos para monitorar serviços essenciais de saúde que devem ser avaliados e divulgados regularmente.

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Manejo Clínico da COVID-19. Orientação provisória, 27 de maio de 2020.

Este documento é uma atualização do guia interino originalmente publicado com o título “Manejo clínico da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na suspeita de doença pelo COVID-19” em 13 de março de 2020. A OMS continua a monitorar cuidadosamente a situação para quaisquer alterações que possam afetar este guia interino. Caso qualquer fator mude, a OMS emitirá uma atualização. Em caso contrário, este guia expirará 2 anos após sua publicação.

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Formulário revisado de notificação de caso confirmado de COVID-19 (notificar a OMS dentro de 48 horas após a identificação do caso)

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Atualização das recomendações provisórias da OMS sobre a vacinação contra COVID-19 de gestantes e lactantes, 2 de junho de 2021

Apresentação sobre recomendações provisórias da OMS sobre a vacinação contra COVID-19 de gestantes e lactantes Retrospectiva sobre evidências: Recomendações provisórias da Organização Mundial da Saúde (OMS); gravidez; lactação; rastreamento global de políticas; vigilância de segurança; ferramentas e recursos.

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Aleitamento materno e a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19). Informações científicas.

Aleitamento materno é a base para a sobrevivência, nutrição e o desenvolvimento de lactentes e crianças pequenas, e para saúde materna. A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida, seguido por continuação do aleitamento e complementação alimentar adequada por até 2 anos ou mais. O contato pele a pele inicial e contínuo, alojamento materno e o método canguru também melhoram de forma significativa a sobrevida neonatal e reduzem a morbidade nessa fase, e são recomendados pela OMS. Entretanto, há uma preocupação: se as mães com a doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) podem transmitir o vírus SARS-CoV-2 para os bebês ou crianças pequenas através do aleitamento. As recomendações sobre o contato mãe-bebê e aleitamento devem se basear na consideração ampla, não apenas dos riscos potenciais da COVID-19 para o bebê, mas também dos riscos de morbidade e mortalidade associados ao não aleitamento, uso inapropriado de fórmulas infantis, além dos efeitos protetores do contato pele a pele. Essa informação científica avalia as evidências atuais sobre os riscos de transmissão da COVID-19 de uma mãe infectada para seu bebê através do aleitamento materno, assim como as evidências sobre os riscos à saúde da criança por não ser amamentada.

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