Atualização epidemiológica: Difteria (18 de junho de 2020)

Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 17 de 2020, foram notificados 1.033 casos suspeitos de difteria1, incluindo 130 mortes; do total de casos, 345 foram confirmados (335 confirmados em laboratório e 10 por vínculo epidemiológico). O número de casos suspeitos notificados entre a SE 1 e a SE 17 de 2020 (56 casos) é inferior ao número notificado durante o mesmo período em 2018 (143 casos) e em 2019 (59 casos). Em 2020, entre os 56 casos suspeitos, foram confirmados 20 casos incluindo 4 óbitos (19 confirmados em laboratório e um por vínculo epidemiológico).

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Alerta Epidemiológico: COVID-19: Aumento de hospitalizações e mortes entre pacientes com menos de 60 anos de idade (26 de abril de 2021)

A revisão e a análise dos casos notificados de COVID-19 indicaram que o número de hospitalizações, internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e óbitos foi maior entre idosos e entre aqueles com comorbidades. Na Região das Américas, 67% das mortes ocorridas em 2020 corresponderam a idosos. No entanto, em nível global, houve mudança no perfil etário dos casos internados, e daqueles internados em UTI, com maior taxa de internação na população mais jovem. Para medir a gravidade da COVID-19, foram levadas em consideração algumas das medidas que têm sido historicamente usadas para avaliar a gravidade clínica da gripe. Embora os dados disponíveis para análise sejam preliminares e sujeitos a alterações à medida que são atualizados retrospectivamente, foram utilizados dois indicadores: taxas de internação em UTI e óbitos. A seguir, um resumo dos casos graves de COVID-19 no Brasil, Chile, Paraguai e Peru, países para os quais existem informações sobre o aumento da gravidade clínica na população com menos de 60 anos.

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Atualização epidemiológica: Doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) (26 de agosto de 2020)

Desde a última Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS para COVID-19, publicada em 23 de junho de 20204, até 22 de agosto de 2020, o número global de casos e mortes aumentou 158% (~14 milhões de casos adicionais) e 72% (> 300.000 mortes adicionais), respectivamente. A maioria dos novos casos nos últimos dois meses foram registrados pela Região das Américas (56%) e pela Região do Sudeste Asiático (em inglês, South-East Asia Region – SEARO) (20%). Três países dessas duas regiões responderam por aproximadamente 60% dos novos casos: Estados Unidos da América (24%, 3 milhões de novos casos), Índia (18%, 2,5 milhões de novos casos) e Brasil (17%, 2,4 milhões de novos casos). Em 22 de agosto, os registros diários de casos nos Estados Unidos da América e no Brasil aparentemente apresentam tendência de queda, enquanto que, na Índia, um aumento sustentado tem sido observado nos últimos dois meses. A Região das Américas é responsável por 64% das novas mortes registradas globalmente nos últimos dois meses (~ 213.000 novas mortes), embora a Região represente somente cerca de 13% da população global. A maioria das novas mortes ocorridas globalmente foram registradas no Brasil (19%, ~62.000 novas mortes), nos Estados Unidos da América (16%, ~54.000 novas mortes), Índia (13%, ~42.000 novas mortes) e México (12%, ~38.000 novas mortes).

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Atualização epidemiológica Difteria. 25 de junho 2021

Em 2021, entre a semana epidemiológica (SE) 1 e SE 24, três países notificaram casos confirmados de difteria: o Brasil com um caso confirmado; a República Dominicana com 13 casos confirmados, incluindo 10 mortes; e o Haiti com 12 casos confirmados, incluindo 2 mortes. Nos últimos anos e principalmente durante a pandemia devido à COVID-19, a América Latina teve um declínio na cobertura da terceira dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP3) em crianças com menos de 1 ano de idade. Além disso, a vacinação efetuada entre a população mais jovem e adultos, especialmente homens, continua muito baixa. Portanto, a ocorrência de casos confirmados é considerada um risco para o restante dos países e territórios da Região das Américas. A seguir, está a situação epidemiológica da difteria no Brasil, na República Dominicana e no Haiti, os três países que notificaram novos casos confirmados de difteria desde a Atualização Epidemiológica para Difteria anterior, publicada em 23 de abril de 2021.

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Atualização epidemiológica: Difteria (3 de março de 2020)

Em 2018 e 2019, a Colômbia, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 8 de 2020, foram notificados 1.002 casos prováveis1, incluindo 126 mortes; do total de casos, 334 foram confirmados (325 confirmados em laboratório e 9 por vínculo epidemiológico).

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Atualização epidemiológica: Arbovírus no contexto da COVID-19 (2 de julho de 2021)

Com base em experiência prévia nas epidemias de dengue, a atual pandemia da COVID-19 e a persistência de casos de arbovírus em áreas endêmicas representam um desafio para os sistemas de saúde em todos os componentes e níveis, incluindo a vigilância epidemiológica. Durante a COVID-19 e a sindemia da dengue, foi relatada coinfecção pelos dois vírus em países e territórios da Região das Américas. (2, 3) De acordo com as evidências disponíveis, a gravidade e o prognóstico desses pacientes coinfectados ainda não estão claros. No entanto, será importante preparar os sistemas de saúde para responder de forma adequada e em tempo hábil a possíveis situações.

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Atualização epidemiológica: Difteria (22 de setembro de 2020)

Em 2019, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Haiti e República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados de difteria. Em 2020, Brasil, República Dominicana, Haiti e República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados de difteria. A seguir está a situação epidemiológica da difteria nos países em que foram notificados casos novos confirmados ou uma atualização foi relatada desde a Atualização Epidemiológica da OPAS/OMS anterior, publicada em 18 de junho de 2020. No Brasil, entre a semana epidemiológica (SE) 1 e a SE 30 de 2020, foram notificados 12 casos suspeitos de difteria, dos quais 2 foram confirmados e 2 permanecem em investigação. O primeiro caso confirmado é o de uma mulher de 25 anos, residente no Município de Timóteo, Estado de Minas Gerais. O segundo caso confirmado é o de uma mulher de 32 anos, residente no Município de Uruguaiana, Rio Grande do Sul. Ambos os casos foram confirmados por critérios clínico-epidemiológicos. No Brasil, entre 2010 e 2019, foram notificados 662 casos suspeitos de difteria, dos quais 77 (12%) foram confirmados, incluindo 8 óbitos (Figura 1). As unidades federativas que notificaram o maior número de casos confirmados no mesmo período foram Maranhão (28 casos) e Pernambuco (16 casos). A Região Nordeste relatou a maior proporção de casos confirmados (58%), seguida das regiões Sudeste (18%) e Sul (10%).

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Atualização epidemiológica: Doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) (18 de maio de 2021)

Em 17 de maio de 2021, 162.773.940 casos cumulativos confirmados de COVID-19 foram notificados em todo o mundo, incluindo 3.375.573 mortes, para as quais a Região das Américas contribuiu com 40% dos casos e 47% das mortes. Em abril de 2021, a sub-região da América do Sul era responsável pela maior proporção de casos e mortes na Região das Américas. Em comparação com março de 2021, um adicional de 809.233 casos e 45.410 mortes foram notificados. Em 17 de maio de 2021, Argentina, Aruba, Canadá, México, Panamá e Estados Unidos da América detectaram as quatro variantes preocupantes (VOC). Em comparação com os dados relatados em 2020, um aumento no número de casos e mortes em gestantes positivas para SARS-CoV-2 foi observado de janeiro a abril de 2021, em pelo menos 12 países das Américas. Se a tendência de aumento continuar, o número de casos e mortes relatados este ano em breve excederá os números relatados para todo o ano de 2020.

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Atualização epidemiológica: Difteria (18 de junho de 2020)

Em 2020, o Haiti e a República Bolivariana da Venezuela relataram casos confirmados. Segue-se um sumário da situação epidemiológica relatada pelo Haiti e pela Venezuela. No Haiti, entre a semana epidemiológica (SE) 32 de 2014 e a SE 17 de 2020, foram notificados 1.033 casos suspeitos de difteria1, incluindo 130 mortes; do total de casos, 345 foram confirmados (335 confirmados em laboratório e 10 por vínculo epidemiológico). O número de casos suspeitos notificados entre a SE 1 e a SE 17 de 2020 (56 casos) é inferior ao número notificado durante o mesmo período em 2018 (143 casos) e em 2019 (59 casos). Em 2020, entre os 56 casos suspeitos, foram confirmados 20 casos incluindo 4 óbitos (19 confirmados em laboratório e um por vínculo epidemiológico).

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Atualização epidemiológica: febre amarela (6 de outubro de 2021)

Em 2021, três países da Região das Américas (Brasil, Peru e Venezuela) notificaram casos confirmados de febre amarela. Em 2020, dois países da Região das Américas notificaram casos confirmados de febre amarela: Bolívia e Peru. A reemergência do vírus da febre amarela tem sido relatada na região extra-amazônica do Brasil desde 2014. A expansão da área histórica de transmissão da febre amarela para áreas anteriormente consideradas sem risco resultou em duas ondas de transmissão durante o período sazonal de 2016-2017, com 778 casos humanos confirmados incluindo 262 mortes, e outra durante o período sazonal de 2017-2018, com 1.376 casos humanos confirmados, incluindo 483 mortes. Consequentemente, o Brasil mudou suas áreas recomendadas de vacinação contra a febre amarela de modo a incluir todo o País.

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